“Somos cada vez mais aquilo que comemos” – Carla Rêgo, Pediatra. Concordamos e acrescentamos – Somos cada vez mais o que comemos, mas também o que fazemos ao nível da atividade física.
Sim, a Educação Física e o Desporto Escolar não são a panaceia para todos os males associados ao problema da obesidade.
Mas, olhando para o currículo das escolas e para os seus planos de atividades, que outras “ferramentas” existem com capacidade de influenciar positivamente na adopção de estilos de vida saudáveis?
Tal como indica o João Costa, não podemos continuar a desperdiçar recursos. Todos os alunos passam pela Escola. Todos os pais estão, desta forma, relacionados com a Escola. Resta termos vontade e competência para querer mudar. Qualquer que seja a estratégia, a actividade física escolar terá que sair reforçada. Educação Física em todas as escolas do 1º ciclo, real e não apenas nas fichas de avaliação de final de período, seria uma boa iniciativa. Valorizar a avaliação da Educação Física no 3º ciclo e Ensino Secundário, seria também fundamental para um reforço de comportamentos alinhados com estilos de vida saudáveis.
Este é um bom ano para exigir mais e melhor do nosso Governo.
Porquê “Sim, a Educação Física e o Desporto Escolar não são a panaceia para todos os males associados ao problema da obesidade”, e não “Sim, a Educação Física e o Desporto Escolar são um meio determinante para os males associados ao problema da obesidade”. Porquê tanta contenção?
Boa noite Carlos.
Se reparar estamos a dizer a mesma coisa. O estilo de o dizer é diferente, mas se ler a publicação até ao fim verá que concordamos consigo.
Obrigado pelo seu comentário.
Nuno Fialho
VP CNAPEF